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03 abr 2025 21:00

Raimundo Ribeiro visita SPA de Núcleo Bandeirante para apurar reclamações de servidores e de usuários

O deputado distrital, Raimundo Ribeiro (PSDB), visitou na segunda-feira (24/Ago), a Coordenação Geral de Saúde da Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo I, II e Park Way, para apurar reclamações de servidores e usuários da Saúde Pública do DF. As denúncias abrangem o fechamento indevido do Serviço de Pronto Atendimento (SPA), a insatisfação de pacientes e assédio moral, dentro daquela unidade de saúde. Por cerca de uma hora Ribeiro conversou com a coordenadora geral, a pediatra, Wilna Célia Pereira de Sousa, responsável pelas unidades e também, alvo de críticas.

Segundo Ribeiro explicou que esteve na unidade para verificar ‘in loco’ as reclamações de servidores e pacientes. “Percebi que as pessoas reclamam principalmente da humanização do tratamento. As pessoas chegam aqui fragilizadas por imaginar que tem alguma doença ou coisa assim e chegam aqui e se sentem jogadas.”, afirma o Distrital em relação aos pacientes.

Ribeiro aponta ainda precariedade da estrutura e a falta de gestão no SPA: “Hoje a gente perceber que é uma estrutura física extremamente precária. E aumenta o inconformismo quando se sabe que o nosso problema não é de dinheiro. O que nós precisamos é dar agilidade a máquina administrativa que hoje, lamentavelmente, está entregue a pessoas que parecem que se especializam em não fazer nada. Se especializam em não resolver o problema. O problema é fácil de resolver o que precisa ter é vontade de resolver. Muita coisa independe de recursos financeiros.”, afirmou ao observar que deve visitar outras unidades de saúde e, se for o caso, levar o caso até o secretário de Saúde.

Unidades fechadas

Em relação a denúncias do SPA fechado, quando deveria estar aberto, noticiado pela imprensa e pelo blog Política Distrital, Ribeiro foi enfático: “Esse problema também é de gerenciamento. A população não pode chegar aqui e estar com as portas fechadas. As portas têm que estar abertas. Se é necessário fazer um rodízio ou uma escala, não importa, isso é um problema interno. Mas você não pode deixar de atender a população até porque a doença não avisa[…] Nós temos que ter todas as pontas [SIC] da saúde a disposição da população sempre que ela necessitar e não na hora que a administração entende que ela deva abrir.”, disse.

Médicos em áreas administrativas

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Da Esquerda para Direita, Raimundo Ribeiro, Wilna Célia (ao fundo), com servidores da Saúde de Bandeirante.

O Distrital classificou ainda como “absurdo” a atuação de servidores da Secretaria de Estado de Saúde (SES-DF), a exemplo de médicos, enfermeiros e técnicos em enfermagem, em áreas administrativas, considerando a falta de profissionais para atender aos pacientes do SUS-DF. Segundo Ribeiro: “Você não pode ter o médico atuando na área administrativa quando existe carência de pessoas na atividade fim da Saúde. São novamente problemas de gestão. Se tem um médico que não está clinicando é um absurdo.”.

Agnelo Queiroz doente?

O Deputado também questionou também a suposta doença do ex-governador, Agnelo Queiroz (PT):  “Nós temos um ex-governador, que tão logo acabou o péssimo mandato que ele teve foi para os Estados Unidos e quando voltou foi acometido por uma ‘super-enfermidade’. E parece que tem gente atestando essa situação. Nós estamos até solicitando à Secretaria de Saúde informações a cerca do real estado dele. Ele não tem capacidade laborativa? Se não tem, como está andando para cima e para baixo na cidade? É tão difícil assim atender as pessoas? E vejo também com a empáfia que ele caracteriza ele dizer que está estudando convites. Quem tem que estudar convites é o gestor, a administração e acho inconcebível se eventualmente o liberar para qualquer coisa, ele tem que voltar a clinicar. Acho que é para isso que ele recebe”, alfinetou Ribeiro.

Horas Extras

Política Distrital questionou ainda a mobilização dos servidores da Unidade de Pronto Atendimento da UPA de Bandeirante, que ameaçou parar o atendimento por atraso do pagamento das Horas-Extras. Para Ribeiro: “Tudo isso é uma questão contratual. A partir do momento que você autoriza que alguém faça hora-extra, no final do mês você tem que pagar. Nós não temos esse problema financeiro não. Acho que a questão é priorizar os compromissos.”, disse.

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